Gestão democrática e participação na educação profissional agroecológica do MST (PR)
limites e possibilidades de uma educação
| dc.contributor.author | Lima, Lais Ribeiro dos Santos | |
| dc.date.accessioned | 2022-11-14T11:02:09Z | |
| dc.date.available | 2022-11-14T11:02:09Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.identifier | ONIX_20221114_9786586546941_21 | |
| dc.identifier.uri | https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/93578 | |
| dc.language | Portuguese | |
| dc.subject.classification | bic Book Industry Communication::J Society & social sciences::JN Education | |
| dc.subject.classification | thema EDItEUR::J Society and Social Sciences::JN Education | en_US |
| dc.subject.other | Education | |
| dc.title | Gestão democrática e participação na educação profissional agroecológica do MST (PR) | |
| dc.title.alternative | limites e possibilidades de uma educação | |
| dc.type | book | |
| oapen.abstract.otherlanguage | A dominante modalidade de relações de produção, dos homens com a natureza, e entre eles próprios, se não estão esgotadas, encontram-se no limite intransponível do seu potencial. Forças de desenvolvimento social outrora, essas relações converteram-se em sua antítese, em problema social imenso que reclama sua superação histórica. Como os donos do poder se encontram inexoravelmente comprometidos com a ordem social, a empreitada cabe às classes trabalhadoras, que contam com uma teleologia secular de revolução social. Um fragmento dessa teleologia, protosocialista, foi com o que se deparou Laís Lima em seu estudo histórico-empírico realizado na Escola Milton Santos, em Maringá, PR. A pesquisadora constatou que nela se pratica uma pedagogia contraposta às antinomias supra referidas, e que suas principais ferramentas são o ensino da agroecologia e a gestão democrática. A agroecologia promove uma relação não agressiva da sociedade com a natureza, assim como o entendimento de que sua prática é incompatível com as relações de trabalho dominantes. Esse é um dos motivos pelo qual o seu incremento é indissociável do estabelecimento de novas relações de produção pedagógicas. Estas se expressam na gestão democrática da escola, cujo parentesco, no entanto, não é a democracia liberal, mas a democracia proletária aflorada na Comuna de Paris. O ótimo trabalho de Lima nos conduz com segurança pelos meandros dessa prática escolar, o que facilita a consulta dos leitores, dentre os quais, o movimento popular (MOP) é virtualmente o mais interessado. Isto porque, o fenômeno examinado é uma sugestiva exemplificação de como pode ser encaminhado, mutatis mutandis, o tão necessário reencontro do MOP com o clássico objetivo de reapropriação do trabalho pelos trabalhadores, o qual, no antropoceno, não pode prescindir da luta pela agroecologia. | |
| oapen.identifier.doi | 10.36311/2020.978-65-86546-94-1 | |
| oapen.relation.isPublishedBy | 9f9f822f-18b4-4588-b9fc-2c0af94f4488 | |
| oapen.relation.isbn | 9786586546941 | |
| oapen.relation.isbn | 9786586546705 | |
| oapen.pages | 171 |
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