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dc.contributor.authorGuambe, Egídio
dc.date.accessioned2022-07-01T16:53:38Z
dc.date.available2022-07-01T16:53:38Z
dc.date.issued2019
dc.identifierONIX_20220701_9782493207005_15
dc.identifier.urihttps://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/87155
dc.languagePortuguese
dc.relation.ispartofseriesAfricae Monographs
dc.subject.classificationthema EDItEUR::J Society and Social Sciences::JP Politics and government::JPA Political science and theoryen_US
dc.subject.classificationthema EDItEUR::J Society and Social Sciences::JP Politics and government::JPP Public administrationen_US
dc.subject.othercolonial administration
dc.subject.otherpublic administration
dc.subject.otherstate
dc.subject.otherFrelimo
dc.subject.otherMozambique
dc.subject.othercentralisation
dc.titleRenegociar a Centralidade do Estado em Moçambique
dc.title.alternativeMunicipalização na Beira, em Mueda e em Quissico
dc.typebook
oapen.abstract.otherlanguageNos últimos anos tanto os Estados do Sul como os do Norte empenharam-se em sucessivas reformas administrativas que parecem seguir os mesmos modelos. A maior parte das leituras destes processos, no que se refere aos países do Sul, nomeadamente os africanos, persistem em invocar o seu carácter de imposição a que os doadores os submetem. Sem que se faça uma verdadeira análise a nível local e sem estudos aprofundados, estas reformas têm sido apresentadas grosso modo como fracassos. Este trabalho pretende por isso contribuir para uma leitura crítica da sua execução e das práticas resultantes da respectiva aprendizagem, como modos de exercício do poder. A partir de uma reconstituição empírica da implementação das medidas de descentralização, através do funcionamento dos municípios da cidade da Beira e das vilas de Mueda e Quissico, este livro pretende mostrar que a aprendizagem de uma reforma é influenciada pela historicidade das relações entre Estado e sociedade dentro do espaço da sua execução. Combinando diversas abordagens de sociologia histórica para o estudo da administração, através destas reformas sucessivas, de sociologia de construção do Estado e de sociologia de acção pública, o trabalho defende a ideia de que a reforma da administração, nomeadamente a descentralizadora, ao permitir uma modificação das formas de articulação entre administração e cidadãos, participa na recomposição do Estado. Com efeito a observação empírica do funcionamento quotidiano dos municípios permite percebê-los como novas arenas de difusão e de aprendizagem entre Estado e administrados. Trata-se de um processo que deve resituar- se forçosamente na intersecção dos desafios específicos dos lugares de implementação e dos quadros subjacentes às reformas.
oapen.identifier.doi10.4000/books.africae.3552
oapen.relation.isPublishedBycddbdd6c-d885-4aab-bf8b-6b4493344d35
oapen.relation.isbn9782493207005
oapen.relation.isbn9789892097930
oapen.pages328
oapen.place.publicationMaputo


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