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dc.contributor.authorPhilippe Léna*
dc.date.accessioned2021-02-11T12:35:00Z
dc.date.available2021-02-11T12:35:00Z
dc.date.issued2012*
dc.date.submitted2019-07-31 11:25:14*
dc.identifier35761*
dc.identifier.urihttps://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/46405
dc.description.abstractDesde os anos 1960, os ambientalistas e cientistas vêm alertando sobre o perigo do colapso ambiental. Os relatórios das agência da onu e de instituições como o World Watch Institute mostram de forma contundente a urgência de uma mudança radical para evitar esse colapso. A novidade è que um número crescente de economistas, até então defensores do crescimento como panaceia para resol ver todos os problemas, agora fala dos limites do crescimento e da necessidade de “mudar de economia”, tanto para evitar o colapso como para alcançar a justiça social. O mais recente relatório da ocde (Previsões ambientais para 2050: as consequências da inação”, de 2012) faz um alerta dramático nesse sentido. Entretanto, tanto a postura dos responsáveis políticos quanto as sohições que vêm sendo propostas (do desenvolvimento sustentável à economia verde) estão muito aquém do esperado. Não atacam a raiz do problema: o atual mo delo de produção e consumo já é insustentável, e o será ainda mais quando for generalizado. Esta evidência leva a uma conclusão incontornãvel: a necessidade de justiça social e ambiental nas relações entre os países e no interior de cada país, única forma de tornar aceitáveis (ética, social e politicamente) as mudanças indispensáveis. Para sobreviver, o nosso sistema econômico précisa oferecer cada vez mais objetos com obsolescência cada vez mais precoce, consumindo assim cada vez mais recursos e produzindo mais lixo. A eficiência produtiva crescente (fazer mais com menos matéria e menos energia) é uma realidade, mas essa eficiêticia tem poucos resultados em face do aumento do consumo global. Portanto, é urgente passarmos da competição para a colaboração; sem isto, os conflitos em torno de recursos cada vez mais raros e mais caros serão devastadores. É urgente passarmos de um mundo que estimula uma busca frustrante e sem fim por mais consumo para uma sociedade de consumo baixo, mas de qualidade, que se oriente para a felicidade individual e coletiva. Normalmente tais mudanças requereriam séculos, mas não dispomos desse tempo. O futuro é hoje! Os textos reunidos neste livro apresentam análises sobre várias dimensões desta problemática, tentando entender as lógicas e interesses em jogo, as causas da inação atual e os possíveis caminhos para sair do impasse.*
dc.languagePortuguese*
dc.subjectHF5001-6182*
dc.subject.classificationbic Book Industry Communication::K Economics, finance, business & management::KJ Business & management::KJC Business strategyen_US
dc.subject.otherOCDE*
dc.subject.otherdéveloppement*
dc.subject.otherBrésil*
dc.subject.othermacroéconomie: aménagement du territoire*
dc.titleEnfrentando os limites do crescimento : Sutentabilidade, decrescimento et prosperidade*
dc.typebook
oapen.identifier.doi10.4000/books.irdeditions.19965*
oapen.relation.isPublishedBy31370508-96ad-4b7f-a8d1-a24881ea34fd*
oapen.relation.isbn9782709925662*


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