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dc.contributor.authorPrado, Clara Gouvêa do
dc.date.accessioned2026-04-16T21:37:18Z
dc.date.available2026-04-16T21:37:18Z
dc.date.issued2023
dc.identifierONIX_20260416T142754_9786559543748_43
dc.identifier.urihttps://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/175559
dc.languagePortuguese
dc.subject.classificationthema EDItEUR::A The Arts::AT Performing arts::ATQ Dance::ATQT Contemporary dance
dc.subject.otherDança
dc.subject.otherDança contemporânea
dc.subject.otherCidade de São Paulo
dc.subject.otherCompanhias de dança
dc.subject.otherImprovisação
dc.subject.otherContato Improvisação
dc.subject.otherProcessos de criação
dc.subject.otherCriação coletiva
dc.subject.otherCriação colaborativa
dc.subject.otherCorporeidades cênicas
dc.subject.otherDança em espaços urbanos
dc.subject.otherArte e cidade
dc.subject.otherArte relacional
dc.subject.otherArte contextual
dc.subject.otherPráticas somáticas
dc.subject.otherImprovisação cênica
dc.subject.otherDança situada
dc.subject.otherArtistas improvisadores
dc.subject.otherDança brasileira
dc.subject.otherAutoetnografia
dc.titleComposições do instante
dc.title.alternativeprocessos de composição e improvisação em dança contemporânea na Cidade de São Paulo
dc.typebook
oapen.abstract.otherlanguageO presente trabalho tem como território de pesquisa a trajetória e produção artística da Cia Damas em Trânsito e os Bucaneiros (CDTB) (2006- ), grupo de dança contemporânea paulistano. Compreende-se esta investigação em sua incursão no percurso do grupo e nos entrelaçamentos na experiência artística da pesquisadora, que o integra desde a fundação, pela abordagem autoetnográfica amparada em Fortin (2009), e pela poética mobilizada por Louppe (2012). Evidencia-se nesse trajeto o agir composicional da CDTB, síntese do conjunto de suas práticas e fazeres, levando-se em conta seus processos de criação em dança, nos quais a improvisação é tanto procedimento de criação quanto modo de composição no aqui-agora da cena. Busca-se ainda, nesta discussão, levantar questões e propor diálogos sobre a dança contemporânea, a improvisação, o Contato Improvisação, as corporeidades cênicas, os processos de criação coletivos e colaborativos e a dança em espaços urbanos. Considera-se o corpo-sujeito de sua dança, seus discursos e história, como aponta Lilian Vilela (2010), e compreende-se neste percurso uma narrativa singular. Neste recorte conciliamos a leitura dos processos e das obras realizados pelo grupo, traçando paralelos com a dança situada, com os fundamentos do Contato Improvisação e com as práticas somáticas (alicerces das suas pesquisas corporais), assim como com os procedimentos e pesquisas de artistas improvisadores que foram referências para o grupo no cenário artístico da dança contemporânea brasileira. Ademais, a investigação e a criação da CDTB nos espaços urbanos alavancam reflexões sobre a arte e a cidade, arte relacional e contextual, e reverberações com discussões que regem os regimes espaciais e cinéticos nas cidades segundo questões e conceitos de Milton Santos (2014) e André Lepecki (2012).
oapen.identifier.doi10.7476/9786559543748
oapen.relation.isPublishedBy9f9f822f-18b4-4588-b9fc-2c0af94f4488
oapen.relation.isbn9786559543748
oapen.imprintEditora UNESP
oapen.pages199


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