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dc.contributor.authorCastro, Rafael y
dc.date.accessioned2026-04-16T21:14:46Z
dc.date.available2026-04-16T21:14:46Z
dc.date.issued2023
dc.identifierONIX_20260416T142754_9786559543779_16
dc.identifier.urihttps://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/175481
dc.languagePortuguese
dc.subject.classificationthema EDItEUR::J Society and Social Sciences::JH Sociology and anthropology::JHM Anthropology::JHMC Social and cultural anthropology
dc.subject.otherCultura africana
dc.subject.otherCandomblé
dc.subject.otherBateria de escola de samba
dc.subject.otherDiáspora africana
dc.subject.otherEtnicidade
dc.subject.otherTransculturação
dc.subject.otherMúsica afro-brasileira
dc.subject.otherRitmo
dc.subject.otherIdentidade cultural
dc.subject.otherPatrimônio imaterial
dc.subject.otherSincretismo religioso
dc.subject.otherExpressões culturais
dc.subject.otherReligiões afro-brasileiras
dc.subject.otherSamba
dc.subject.otherSão Paulo
dc.subject.otherPesquisa etnomusicológica
dc.subject.otherMúsica popular brasileira
dc.subject.otherComunidade negra
dc.subject.otherTradições orais
dc.subject.otherEstudos culturais
dc.titleO ritmo como fenômeno multidimensional nas baterias de escola de samba e no candomblé
dc.title.alternativepontos de convergência a partir da diáspora africana
dc.typebook
oapen.abstract.otherlanguageEsta pesquisa identifica, a partir da diáspora africana, pontos de convergência entre o candomblé e as baterias das escolas de samba. Utilizamos conceitos expostos por Béhague (1994), Graeff (2015), Hall (2003), Hesse (1971) e Kubik (1979), referentes a características que foram trazidas por diversas etnias e aqui foram apropriadas, mantidas e transformadas, aspectos estes caracterizados pela transculturação, etnicidade e pela compreensão do ritmo como fenômeno multidimensional. As transcrições e análises foram desenvolvidas com base em aspectos musicais (técnicos e interpretativos) observados in loco, através de pesquisa participativa como membro atuante em alguns terreiros de candomblé e em baterias das escolas de samba, mais especificamente no Ilê de Oxalufã (Ketu), na Casa de Angola Kyloatala e na bateria do Grêmio Recreativo Cultural e Social Escola de Samba (GRCSES) Império de Casa Verde, todos localizados na região metropolitana da cidade de São Paulo. Observamos que muitas das estratégias adotadas pelos atores responsáveis pela transformação e manutenção desses padrões resultam em diversas ambiguidades e são realizadas muitas vezes de forma inconsciente. Identificamos que a produção musical e a identificação cultural, apesar de diversas dubiedades interpretativas ou por influências do meio, continuam sendo desenvolvidas a partir de estruturas rítmicas e por conceitos mais amplos de ritmo, herdados via diáspora africana e norteadores de processos coletivos nos terreiros de candomblé e nas baterias das escolas de samba – instituições responsáveis pela divulgação destes saberes diaspóricos.
oapen.identifier.doi10.7476/9786559543779
oapen.relation.isPublishedBy9de103ea-bdc4-48a6-b2a8-c9599ea18fb9
oapen.relation.isbn9786559543779
oapen.imprintEditora UNESP
oapen.pages278


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