Psicanálise em face ao desamparo e seus destinos
| dc.contributor.editor | Campos, Érico Bruno Viana | |
| dc.contributor.editor | Bocchi, Josiane Cristina | |
| dc.contributor.editor | Loffredo, Ana Maria | |
| dc.date.accessioned | 2023-12-05T12:55:45Z | |
| dc.date.available | 2023-12-05T12:55:45Z | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.identifier | ONIX_20231205_9786557140567_5 | |
| dc.identifier.uri | https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/131355 | |
| dc.language | Portuguese | |
| dc.subject.classification | bic Book Industry Communication::J Society & social sciences::JM Psychology::JMA Psychological theory & schools of thought::JMAF Psychoanalytical theory (Freudian psychology) | |
| dc.subject.classification | thema EDItEUR::J Society and Social Sciences::JM Psychology::JMA Psychological theory, systems, schools and viewpoints::JMAF Psychoanalytical and Freudian psychology | en_US |
| dc.subject.other | Psychoanalytical and Freudian psychology | |
| dc.title | Psicanálise em face ao desamparo e seus destinos | |
| dc.type | book | |
| oapen.abstract.otherlanguage | O desamparo é uma experiência fundamental e estruturante da condição humana. Está ligado ao que Freud chamou de Urangst, ou angústia originária, isto é, origem de todas as angústias subsequentes. Após o nascimento, o desamparo decorre da situação de máxima dependência dos cuidados ambientais e está ligado à fragilidade do neonato, à sua mortalidade, a tudo que significa ameaça de perda, trauma ou ferimento da integridade narcísica. Ser inserido no mundo da linguagem com suas mensagens enigmáticas torna o desamparo ainda mais nítido: ele se mantém durante toda a vida e está associado ao que Freud chamou de rochedo da castração, ou seja, a tudo que é inelutável e irredutível na condição humana. Nunca seremos tudo que gostaríamos de ser. O encontro consigo e com o outro em sua alteridade vai sempre suscitar alguma forma de tradução, metabolização ou sublimação. A ilusão de completude narcísica vai sempre se chocar com a realidade da falta, com a realidade de ser lançado na experiência de ser, sem garantias e sem proteção; confrontado, desde o início e sem trégua ao luto originário, ao imperativo de renunciar às ambições de tudo possuir, tudo poder e tudo ser. Embora irredutível, através do amor fati, o desamparo pode se transformar em desafio: há nele, desde o princípio um apelo a dar e a encontrar sentidos e laços sociais. A experiência originária de desamparo é assim: nunca termina de ser feita, mas é justamente ao se rever que encontra seu verdadeiro sentido. | |
| oapen.identifier.doi | 10.7476/9786557140567 | |
| oapen.relation.isPublishedBy | 9de103ea-bdc4-48a6-b2a8-c9599ea18fb9 | |
| oapen.relation.isbn | 9786557140567 | |
| oapen.imprint | Fundação Editora da UNESP | |
| oapen.pages | 335 |
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